Sobreviver não basta para caracterizar uma boa empresa. Mas sobreviver, adaptar-se, melhorar a governança, continuar investindo e, em muitos casos, tornar-se ainda mais competitiva dizem alguma coisa.
Irão os chineses sucumbir às demandas feitas pela delegação americana?
Será que os chineses resistirão as pressões dos EUA e seus aliados?
Bem, os especialistas que acompanho acreditam que não!
É importante ressaltar que é justamente aí que reside um grande potencial de reversão nos mercados! Uma rejeição chinesa a tais demandas poderá resultar em uma restrição norte-americana a investimentos chineses em empresas americanas.
Abaixo, as demandas feitas pela delegação norte-americana:

Note que o caso ZTE foi só um "appetizer".
O tesouro americano está pronto para lançar tal restrição em caso de uma rejeição chinesa. Será baseada no International Emergency Economic Powers Act, de 1977.
Caso esta novela caminhe nesta direção, os próximos episódios serão certamente dramáticos...
Marink Martins
EUA - Não mais um hegemon benevolente!
1971 — "The dollar is our currency, but it's your problem."
Caro leitor,
No dia 1º deste mês, o Zero Hedge publicou uma reportagem com o título: "Brazil Is Quietly Becoming the Cleanest EM Trade" — ou, em tradução livre, "O Brasil está, silenciosamente, se tornando a aposta mais interessante entre os mercados emergentes".
A matéria destacava o fluxo de investimentos direcionado ao país e sua...



