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No vídeo abaixo (em inglês) o estrategista Raoul Pal descreve como pode vir a ser a chegada de um cenário econômico recessivo nos EUA. 


Muito se especula a respeito de como a economia irá se recuperar uma vez que esta crise se dissipar. Os mais otimistas falam de uma recuperação em formato de V, sinalizando que a recuperação tende a ser rápida e forte, permitindo uma retomada do mesmo ímpeto visto há alguns meses. Os menos otimistas já acreditam em um formato de U,...

Penso na frase acima sempre quando ouço gestores de recursos buscando convencer cotistas de que uma recessão, por mais severa que seja, não deverá alterar a rota de crescimento de uma determinada empresa. Um dia desses, na CNBC, um gestor proclamou: se uma empresa negocia com uma relação de preço/lucro de 16x, não será 1/16 desta trajetória que irá...

Existem momentos de mercado em que o preço dos ativos negocia com um enorme desconto frente a preços históricos e a fundamentos. Refiro-me a momentos de crises, como a que estamos atravessando, onde uma crise de liquidez rapidamente se instaura, provocando uma onda de vendas que se faz necessária para evitar o colapso do sistema financeiro.

Uma das métricas mais utilizadas para se avaliar um empreendimento endividado é através da relação entre o que é chamado de VALOR DA FIRMA e seu respectivo EBITDA (sigla em inglês, para lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização).

O mundo vive uma escassez de dólares similar aquela ocorrida em 2008 durante as semanas que sucederam a falência da Lehman Brothers, os problemas da AIG e dos demais bancos globais. Os principais países desenvolvidos não hesitam em lançar mão de diversas iniciativas heterodoxas objetivando atenuar o colapso na velocidade da circulação do dinheiro.

Inicio este texto explicando do que se trata a expressão monetização. Trata-se de um processo onde, na ausência de compradores para os títulos de dívida já emitidos, os bancos centrais passam a imprimir dinheiro e a se tornarem os detentores dos próprios títulos presentes no mercado.

Neste vídeo exploro ideias compartilhadas pelo professor da Universidade de Chicago, Luigi Zingales, e as conecto com as ideias do estrategista Charles Gave, fundador da casa de pesquisa Gavekal.

Embora a minha atuação no mercado tenha um horizonte de tempo relativamente curto, tenho um objetivo de longo prazo bem definido: crescer através da estratégia de dynamic hedging em diversos ativos. Hoje, coloco em prática esta atividade fazendo uso de dois ativos (Petrobras e BOVA11), mas, quem sabe, no futuro eu possa ampliar as alternativas.

Acesse a série especial E agora Petrobras? Esta série contem 12 episódios onde discuto diversos temas, desde expectativas associadas ao comportamento das ações da Petrobras assim como temas relacionados ao mercado de petróleo, e outros.

Gary Cohn atuou por 27 anos pelo Banco Goldman Sachs até ser convidado por Donald Trump para ser seu National Economic Council. Nesta entrevista concedida a Stephen Dubner, do Freakonomics, Cohn nos revela o que de fato provocou sua saída do governo.


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