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No vídeo abaixo (em inglês) o estrategista Raoul Pal descreve como pode vir a ser a chegada de um cenário econômico recessivo nos EUA. 


Como um cético, devo dizer que acordei revigorado. Não pense que estou feliz com a ameaça de uma pandemia global ou com as calamidades que assombram o nosso Brasil. O meu ânimo tem mais a ver com sinais de sanidade que se mostraram presentes no mercado nesta segunda-feira.

Não quero me alongar a respeito das implicações associadas a uma possível epidemia relacionada ao vírus Corona pois tenho certeza que você ficou sintonizado com o noticiário ao longo do fim de semana. Louis Gave, o fundador da Gavekal, escreveu hoje sobre como a possibilidade de uma pandemia desperta imenso pavor e curiosidade no ocidente.

Bear Squeeze

24/01/2020

Há momentos em que os preços de mercado se afastam de nossas "teses" que o melhor é não fazer nada, não dizer nada. Estou aqui estudando o resultado divulgado pela Netflix, buscando entender como se dá esta dinâmica onde investidores saem pagando por ganhos futuros diversos anos antes da materialização da lucratividade esperada.

Na semana passada gravei um episódio da série MyCAP Tendências Globais onde chamei atenção para a possibilidade de que o FED - em sua próxima reunião no dia 29 de janeiro - poderá "jogar água no chopp" dos comprados com uma simples menção da palavra "complacência" em seu comunicado. Confira o vídeo ao clicar aqui.

A casa de pesquisa Gavekal escreveu um artigo hoje exclusivo sobre o assunto. Há paralelos entre as consequências provocadas pela atual epidemia e aquela que ficou conhecida como SARS em 2003. E é justamente por isso que os mercados reagiram tão mal ontem diante de tal ameaça.

Não parece, mas já faz aproximadamente 25 anos que Alan Greenspan, o mais longevo entre os presidentes dos FED, proclamou uma das mais famosas perguntas de todos os tempos no que tange os mercados de capitais. Em tradução livre perguntou o famoso "maestro": "Mas como saber quando a exuberância irracional provocou uma escalada indevida nos preços...

Um dos mais fascinantes conceitos filosóficos é a ideia de eterno retorno - uma reconstrução do mundo de forma que atos se repetissem eternamente. Trata-se de uma ideia antiga que ganhou notoriedade através do trabalho do filósofo alemão Friedrich Nietzsche no século 19.

Embora a minha atuação no mercado tenha um horizonte de tempo relativamente curto, tenho um objetivo de longo prazo bem definido: crescer através da estratégia de dynamic hedging em diversos ativos. Hoje, coloco em prática esta atividade fazendo uso de dois ativos (Petrobras e BOVA11), mas, quem sabe, no futuro eu possa ampliar as alternativas.

Acesse a série especial E agora Petrobras? Esta série contem 12 episódios onde discuto diversos temas, desde expectativas associadas ao comportamento das ações da Petrobras assim como temas relacionados ao mercado de petróleo, e outros.

Gary Cohn atuou por 27 anos pelo Banco Goldman Sachs até ser convidado por Donald Trump para ser seu National Economic Council. Nesta entrevista concedida a Stephen Dubner, do Freakonomics, Cohn nos revela o que de fato provocou sua saída do governo.


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