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No vídeo abaixo (em inglês) o estrategista Raoul Pal descreve como pode vir a ser a chegada de um cenário econômico recessivo nos EUA. 


Um dos acrônimos mais ventilados pela mídia financeira é aquele associado a ideia de que não há alternativas de investimentos que sejam tão boas quanto a bolsa de valores. Trata-se do acrônimo TINA, oriundo da expressão em inglês "There is no alternative"!

Em um determinado evento realizado este ano, o financista André Jakurski, fundador da gestora JGP, nos inspirou ao afirmar que não são os ativos globais que se apreciam, mas sim as moedas que, de fato, perdem valor.

Nos dias de hoje, a manutenção de taxas de juros em níveis historicamente baixos é vendida como uma solução para uma declinante taxa de crescimento econômico global. O que não se discute é que esta prática resulta em diversas consequências adversas que, no longo prazo, contribuem para o declínio nos níveis de produtividade global.

Em um determinado evento realizado este ano, o financista André Jakurski, fundador da gestora JGP, nos inspirou ao afirmar que não são os ativos globais que se apreciam, mas sim as moedas que, de fato, perdem valor.

Como você sabe, venho dedicando grande parte do meu tempo em um projeto junto a Inversa Publicações chamado 2020 - O Ano da Turbulência. No quinto episódio desta série de podcasts exploro a possibilidade de um novo Acordo de Plaza onde a moeda americana se desvalorizaria diante da moeda chinesa.

Embora a minha atuação no mercado tenha um horizonte de tempo relativamente curto, tenho um objetivo de longo prazo bem definido: crescer através da estratégia de dynamic hedging em diversos ativos. Hoje, coloco em prática esta atividade fazendo uso de dois ativos (Petrobras e BOVA11), mas, quem sabe, no futuro eu possa ampliar as alternativas.

Acesse a série especial E agora Petrobras? Esta série contem 12 episódios onde discuto diversos temas, desde expectativas associadas ao comportamento das ações da Petrobras assim como temas relacionados ao mercado de petróleo, e outros.

Gary Cohn atuou por 27 anos pelo Banco Goldman Sachs até ser convidado por Donald Trump para ser seu National Economic Council. Nesta entrevista concedida a Stephen Dubner, do Freakonomics, Cohn nos revela o que de fato provocou sua saída do governo.


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