O que poderá interromper o ciclo de valorização das ações americanas? No vídeo de hoje exploro uma conexão entre a TESLA e o setor de semicondutores. Há sinais de que adversidades observadas no setor de carros elétricos poderão se provar um problema para o mercado em geral. Confira!

A expressão acima tem tudo a ver com o crescimento da lucratividade recém divulgada pela Ferrari. Os consumidores milionários estão com um apetite inusitado, impulsionando grandes marcas e empresas. No vídeo hoje exploro tal tendência e discuto também riscos e oportunidades em um ano que será marcado por importantes eleições ao redor do mundo....

Neste vídeo faço uma comparação entre a euforia vista em 2008 em relação ao Pré-Sal da Petrobras com o que se vem observando nos EUA em relação ao advento da inteligência artificial e seu impacto na precificação de ações.

Em se tratando do mercado de ações, os americanos dizem que se a performance do mês de janeiro for forte, isso será um sinal de que a performance do ano também deverá ser forte. Funcionou perfeitamente para o ano de 2023. Mas e agora que nos aproximamos de janeiro de 2024 com o preço de diversas ações um tanto esticado?...

Há quem diga que são 3 as principais variáveis globais: a taxa dos "US treasuries" de 10 anos (representando o custo do dinheiro), o valor relativo do dólar, e o preço do petróleo. No vídeo de hoje, exploro este tema em maiores detalhes e afirmo que há uma relação cambial que tende a ser determinante para a performance dos ativos em 2024. Confira!...

No vídeo desta semana, reitero o meu otimismo com o Ibovespa. No entanto, sabe-se que a trajetória de alta das ações tende a ser turbulenta. Como forma de amenizar os solavancos, convido o ouvinte a refletir sobre a possibilidade de uso de micro contratos futuros de S&P 500 como forma de proteção de carteira para os próximos meses.

Durante o recente período de estresse visto na curva de juros dos EUA, dois eventos chamam atenção: a resiliência da taxa de câmbio brasileira e a resiliência da curva de juros chinesa. No vídeo de hoje, busco convencer o ouvinte de que o fato do custo de capital chinês hoje ser mais baixo do que o americano representa um argumento...

Há, neste momento, definitivamente mais dinheiro em circulação no Brasil do que tolos em busca de retornos insanos na bolsa de valores. No vídeo de hoje te apresento argumentos em prol de uma alta no Ibovespa tomando como base um estudo que venho fazendo em cima dos agregados monetários publicados pelo Banco Central do Brasil. Confira!

Desdolarização não é necessariamente a substituição do dólar americano como reserva de valor global. Louis Gave, fundador da Gavekal, nos explica que tem mais a ver com uma redução na demanda por dólares por parte de diversos bancos centrais ao redor do mundo. Exploro este tema em maiores detalhes no vídeo a seguir. Confira!

Nos últimos 13 anos só deu EUA em se tratando de investimentos em ações. O que pode explicar tamanha "outperformance"? Neste vídeo falo sobre o excepcionalismo norte-americano. Exploro também a tese de engenharia financeira como uma importante explicação para tal "outperformance". Confira!

Louis Gave, em artigo publicado esta semana, nos mostra que a mídia financeira vem atuando de forma perversa ao falar de qualquer tema relacionado a China; em particular, ao associar a atual crise imobiliária com a possibilidade de um "Lehman Moment". Neste vídeo eu explico os argumentos do estrategista. Confira!