Caro leitor,
No dia 1º deste mês, o Zero Hedge publicou uma reportagem com o título: "Brazil Is Quietly Becoming the Cleanest EM Trade" — ou, em tradução livre, "O Brasil está, silenciosamente, se tornando a aposta mais interessante entre os mercados emergentes".
A matéria destacava o fluxo de investimentos direcionado ao país e sua...
Estamos perdendo o "gluon econômico" que nos mantém unidos!
Você já reparou que nesta guerra comercial entre os EUA e a China as regras comerciais estabelecidas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) foram completamente ignoradas por ambos?
Essa guerra, que está em seu primórdio, tem tudo para se intensificar e, eventualmente, se transformar em um conflito mais sério no Mar do Sul da China. Em 2016, a China ignorou uma decisão tomada pela corte internacional de justiça no que diz respeito a sua atuação no local, e ficou por isso mesmo.
Aos poucos, os pilares que dão sustentação ao que chamamos de globalização começam a ruir. Neste momento, tudo isso pode parecer pessimismo excessivo. Pode até ser! Mas o risco parece ser crescente.
Diante de tudo isso, recoloco um texto que escrevi no mês passado que aborda este assunto.
Na briga por hegemonia, entre o dominante DÓLAR e o "underdog" IUANE, utilize como termômetro para avaliar a direção do mercado o comportamento do preço do ouro.
Caso este se desvalorize, podemos interpretar como uma vitória da moeda americana. Caso contrário, o oposto e, naturalmente, uma chance para que a moeda chinesa ganhe um pouco mais de espaço.
Confira o texto ao clicar na imagem abaixo:
Trump em Pequim
Estamos vivendo o fim de um ciclo. A narrativa de desglobalização e guerra comercial que dominou os últimos anos pode estar prestes a ser substituída por uma "Grande Transação".
Em 2015, no auge do boom do shale oil & gas , os EUA operavam cerca de 1.500 rigs.




