Caminhamos para um FGC global!
O que seria dos bancos de médio e pequeno portes brasileiros se não fossem pelas mudanças ocorridas no FGC resultantes da crise financeira global de 2008?

O que seria dos bancos de médio e pequeno portes brasileiros se não fossem pelas mudanças ocorridas no FGC resultantes da crise financeira global de 2008?
Ontem foi publicado pela OECD o seguinte relatório - CORPORATE BOND MARKETS IN A TIME OF UNCONVENTIONAL MONETARY POLICY.
No texto A Oportunidade de 2019 no mundo dos investimentos concluí afirmando que devemos encarar o longo prazo pensando da seguinte forma: que vivamos uma semana de cada vez!
Confesso que já me preparava para a minha longa caminhada de sábado quando ao ouvir os primeiros 5 minutos do podcast Motley Fool Money ouço analistas discutindo a respeito do write-off / impairment (baixa contábil) de US$15 bi anunciada pela empresa Kraft Heinz. Instantaneamente, fui tomado por um sentimento de raiva e frustração que sempre me...
Não é de hoje que venho falando sobre o potencial de valorização das ações listadas na China continental, as "A-shares". Até o dia 28/2, uma decisão será tomada por um comitê e o peso destas ações na carteira para mercados emergentes da MSCI deverá ser elevado.
Os mais otimistas dirão que só está no começo. Já aqueles mais obcecados pelo fenômeno de reversão à média, como eu, observam tudo de forma um pouco desconfiada. Falo aqui de uma expectativa de que investidores globais irão promover um enorme movimento de rotação, reduzindo sua exposição em ativos norte-americanos considerados caros em favor de...
Devo confessar que há 4 anos, quando comecei escrever diariamente para os clientes da corretora MYCAP, hesitava em mencionar o indicador VIX por considerá-lo um conceito técnico demais. Aos poucos consegui chegar a uma definição mais simples e mais curta ao dizer que se trata simplesmente de uma expectativa de volatilidade associada ao índice S&P...
Aqueles que fazem parte do Clube dos Ganhos Absolutos já sabem sobre o meu fascínio em traçar paralelos entre a física e os mercados.
Quem não gosta de um IPO? Os bancos adoram. Os jornais também. Os novatos da bolsa ficam fascinados.
Ontem estive assistindo a um documentário sobre a desvalorização da libra esterlina ocorrida em 1992 em uma quarta-feira que ficou conhecida como Black Wednesday.
Já mencionei em meus comentários como os 3 principais preços na economia global estão posicionados de forma a favorecer uma maior demanda por títulos e ações de mercados emergentes.
Neste vídeo compartilho com os assinantes MyVOL o mais recente comentário de Louis-Vincent Gave a respeito da guerra comercial sino-americana.
Expresso aqui uma certa preferência por mercados regidos por decisões macroeconômicas em contraposição àqueles regidos por decisões microeconômicas, oriundas do mundo empresarial. Nestes mercados a correlação intersetorial é maior, permitindo com que traders arbitrem o mercado de forma mais eficiente.
Louis-Vincent Gave, fundador da Gavekal, enxerga este conflito sendo disputado em 3 frentes: Uma batalha comercial, um conflito monetário e uma disputa tecnológica.
Diante do famoso dilema de alocação apresentado pelo título deste texto, estrategistas globais argumentam que a Renda Fixa, denominada em moeda local, apresenta uma melhor relação entre risco e retorno esperado.