Antes de delinear alguns cenários para a inversão da curva de juros, gostaria que o leitor refletisse a respeito do elevado nível de interferência do governo americano nos principais preços da economia. Tá certo que, em determinados momentos em um passado distantes, isso já ocorrera. Agora, porém, me parece exagerado.

MyVOL ThinkBOX
Eu poderia aqui escrever um longo parágrafo justificando algo que acabei de fazer no mercado. Entretanto, devo confessar que a intuição muitas vezes exerce enorme influência nas decisões de curto prazo.
Sobre a inversão da curva de juros nos EUA
É fascinante acompanhar o desenvolvimento do mercado de capitais e a rapidez como certos conceitos - alguns um pouco mais técnicos - passam a ser discutidos livremente nas redes sociais. Em particular, vale destacar a tal inversão na curva de juros norte-americana e suas implicações no que diz respeito ao que realmente importa - os seus...
Normalmente quando escrevo a respeito do investidor mais famoso de nossa geração, Warren Buffet, busco chamar atenção dos leitores ao fato de que o Oráculo de Omaha, além de um gênio das finanças, é também um ótimo ator.
Ainda que os investidores brasileiros estejam atônitos com a consequência vista nos mercados devido à falta de diálogo entre os poderes executivo e legislativo no que tange as reformas necessárias ao país, não devemos ignorar o fato de que os mercados internacionais embarcaram em uma onda negativa que vem promovendo desvalorizações em moedas de...
Um estudo conduzido pelo analista Michael Cembalest do banco JP Morgan, e comentado pelo excelente gestor Ben Carlson, nos mostra que a distribuição de retornos de uma carteira bem diversificada de ações, como o índice Russell 3000, é bem assimétrica. Em outras palavras, o que se observou neste estudo, baseado em dados obtidos entre 1980 e 2014 nos...
O que penso para esta segunda-feira
Estávamos eu, Paulo Guedes e Philip Greenman em uma reunião na sede da Bozano Investimentos em 2016. Na ocasião, o atual ministro ainda era o executivo representante do famoso grupo financeiro. O nosso objetivo ali era convencê-lo a participar de uma série de palestras que eu organizava com personalidades do mundo das finanças através de uma...
Os últimos dias têm sido agitados. Não só pela derrocada no mercado, mas também por um desafio fascinante que trouxe para minha vida: traduzir o recém-lançado livro - The Clash of Empires - escrito pela dupla Louis-Vincent Gave e Charles Gave que tanto inspiram o trabalho desenvolvido aqui no MyVOL.
Após uma sequência de três anos atuando em um ambiente de uma corretora em meados desta década, confesso estar feliz de volta ao meu usual isolamento onde acompanho os mercados por meio de 4 telas e tenho como única companhia o noticiário financeiro da CNBC.
Convivendo em um cenário de RISK-ON
Sou pago para ler o mercado de forma tática. Não nasci neste mercado em uma casa de pesquisa, nem em uma gestora de recursos. Sou filho de uma cultura de tesouraria, comprometida em sair para caça todos os dias visando "ganhar algum" no fim do semestre.
Com as manifestações se intensificando em Paris, é importante refletirmos a respeito de uma nova era; uma em que não mais convivemos somente com três fatores de produção (terra, trabalho e capital), mas sob forte influência do CONHECIMENTO como um quarto fator de produção.
Durante a tarde desta sexta-feira, dia 15/3, tive o imenso prazer de participar de um encontro especial a convite da Gavekal Dragonomics - casa de pesquisa especializada em China - onde seu economista chefe, Arthur Kroeber, discursou para um seleto grupo sobre o que ele espera do iminente acordo entre os EUA e a China.
Um dos eventos mais marcantes desta semana foi a entrevista concedida por Gary Cohn ao famoso podcast, Freakonomics.
Petrobras - Too Legit to Quit
O preço das ações da Petrobras sobe como previsto por aqui na segunda-feira e há espaço para mais.
Em um ato de desespero, no dia 19 de setembro de 2008 - durante a semana marcada pelo pedido de concordata do Banco Lehman Brothers - a SEC comunicou ao mercado o que ficou conhecido como temporary short-selling ban on stocks of financial institutions (uma proibição temporária para vendas a descoberto de ações de instituições financeiras).















