Em uma recente conversa com representantes de uma importante consultoria asiática ouvi a seguinte colocação: Se você está posicionado em commodities, saiba que Xi Jinping está a seu lado.

Durante a "Pax Carioca", vivida não muito tempo atrás, havia um encontro (por sinal, nada carioca) que ocorria as quintas-feiras na Lagoa que era especial e deixa saudades. Tratava-se do dia em que o celebrado professor de física e cosmologia, e hoje curador do Museu do Amanhã, Luiz Alberto de Oliveira, ensinava-nos da forma mais simples possível...

Aproveitando as últimas notícias sobre o pedido de desculpas de Mark Zuckerberg pelo vazamento de informações dos clientes da Facebook, traço aqui um paralelo com uma situação similar da empresa Toutiao da China e suas repercussões no cenário global.

Aqueles que me acompanham por aqui já notaram que venho nas últimas semanas promovendo as ações associadas a commodities em contrapartida a aquelas do setor financeiro.

No vídeo abaixo, exploro uma tese de que não devemos interpretar as concessões feitas pelo líder chinês como um sinal de que uma solução para o conflito comercial sino-americano esteja iminente. As motivações para esta batalha são mais profundas e exigirão um comprometimento muito maior de ambas as partes.

Antes mesmo de explicar o que vem a ser tal expressão, já adianto que sou contra e que considero o evento de baixa probabilidade. Em tempos de leitura dinâmica tal colocação se faz necessária para evitar que leitores tirem conclusões precipitadas e erradas.

Muito se fala a respeito dos estímulos monetários dos principais bancos centrais ao redor do mundo. Sabe-se que ao longo dos últimos dois anos os bancos centrais europeu e do Japão foram extremamente agressivos, adquirindo não só títulos de renda fixa governamentais e corporativos, mas também ações através do mercado de ETFs.