Nos últimos meses o governo americano vem impondo uma série de restrições a diversas empresas chinesas. Ontem, em entrevista concedida a CNBC, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, intensificou os críticas ao comportamento chinês no que tange o uso de propriedade intelectual e transferência forçada de tecnologia. Neste texto busco atualizar o...

A tese de que os ganhos com renda variável para os próximos anos tendem a ser superiores nos mercados emergentes parece ganhar tração entre os formadores de opinião. Contudo, quando se olha para o valor relativo do dólar questiona-se: por que a moeda americana continua tão valorizada?

Vivemos em uma era em que uma narrativa convincente tem um poder superior à outrora. Dentre as narrativas ventiladas por aí, uma das mais potentes e perigosas é aquela que diz que a iminente queda na SELIC deverá ser o catalisador para uma inusitada transferência de recursos de investimentos atrelados a renda fixa para investimentos mais arriscados...

Os ataques às instalações da empresa saudita Saudi Aramco não só afetam de forma imediata o preço do petróleo, mas jogam uma nuvem de incerteza no que diz respeito ao anúncio a ser feito pelo FED nesta próxima quarta-feira.

Ontem acompanhamos o debate democrata transmitido pela ABC News. O ex vice presidente Biden, a senadora Warren e o senador Sanders representam escolhas mais prováveis a nomeação, por serem exatamente a velha guarda do partido democrata - o primeiro ao centro e os dois últimos mais à esquerda. Kamala Harris é a próxima concorrente, pois é a mais...

Em um mundo cuja taxa de crescimento econômico está em ritmo de desaceleração, há uma busca alucinada por ativos que exibam crescimento em termos de lucratividade; mesmo que este seja somente em potencial.

Em entrevista na CNBC, o secretário do tesouro dos EUA, Steve Mnuchin, passou a ideia de que a equipe que apoia Trump se mantém coesa. Falou que busca a estabilidade do dólar, um acordo interessante com a China e a volta do Irã a mesa de negociações. Tudo isso em um momento em que a candidata oponente, Elizabeth Warren, parece...

Nesta quarta-feira temos os mercados se valorizando com base em um maior otimismo em relação a um eventual acordo entre os EUA e a China.

Em um mercado financeiro dominado por jovens, adoro destacar a sabedoria do veterano norte-americano Jim Cramer, âncora do programa Mad Money da CNBC. Se Cramer fosse brasileiro provavelmente estaria administrando sua própria grana em uma gestora no Leblon sem nos agraciar com seus valiosos insights do dia a dia.

Em um mercado dominado por um pessimismo global, talvez seja mais interessante neste momento a adoção de uma postura tática contrária.

Os últimos dias foram dedicados aos estudos e neste processo tive a oportunidade de ler e ouvir as ideias de um importante professor / empresário da Universidade de Duke que publicou, em 1986, um dos mais importantes estudos relacionados aos efeitos da inversão da curva de juros na economia e nos mercados.

Dando continuidade ao Insight de Mercado publicado aqui na última sexta-feira, recebi uma resposta do estrategista da Gavekal, Will Denyer, a respeito da minha pergunta sobre o potencial "estrago" que uma queda nos mercados poderia ter sobre o otimismo delineado em sua análise publicada no mesmo dia.

Não sei se você concordaria comigo se eu te dissesse que o IBOV - que hoje está em 100.500 pontos - poderia estar em 90.500 ou 110.500 pontos com este mesmo cenário econômico que se apresenta.