Em um mundo cuja taxa de crescimento econômico está em ritmo de desaceleração, há uma busca alucinada por ativos que exibam crescimento em termos de lucratividade; mesmo que este seja somente em potencial.

Em entrevista na CNBC, o secretário do tesouro dos EUA, Steve Mnuchin, passou a ideia de que a equipe que apoia Trump se mantém coesa. Falou que busca a estabilidade do dólar, um acordo interessante com a China e a volta do Irã a mesa de negociações. Tudo isso em um momento em que a candidata oponente, Elizabeth Warren, parece...

Nesta quarta-feira temos os mercados se valorizando com base em um maior otimismo em relação a um eventual acordo entre os EUA e a China.

Em um mercado financeiro dominado por jovens, adoro destacar a sabedoria do veterano norte-americano Jim Cramer, âncora do programa Mad Money da CNBC. Se Cramer fosse brasileiro provavelmente estaria administrando sua própria grana em uma gestora no Leblon sem nos agraciar com seus valiosos insights do dia a dia.

Em um mercado dominado por um pessimismo global, talvez seja mais interessante neste momento a adoção de uma postura tática contrária.

Os últimos dias foram dedicados aos estudos e neste processo tive a oportunidade de ler e ouvir as ideias de um importante professor / empresário da Universidade de Duke que publicou, em 1986, um dos mais importantes estudos relacionados aos efeitos da inversão da curva de juros na economia e nos mercados.

Dando continuidade ao Insight de Mercado publicado aqui na última sexta-feira, recebi uma resposta do estrategista da Gavekal, Will Denyer, a respeito da minha pergunta sobre o potencial "estrago" que uma queda nos mercados poderia ter sobre o otimismo delineado em sua análise publicada no mesmo dia.

Não sei se você concordaria comigo se eu te dissesse que o IBOV - que hoje está em 100.500 pontos - poderia estar em 90.500 ou 110.500 pontos com este mesmo cenário econômico que se apresenta.

O gráfico acima nos mostra uma importante correlação entre o preço do petróleo e a expectativa de inflação nos EUA. Entretanto, como você pode ver nos comentários abaixo, os estrategistas da Gavekal não veem razões para se preocupar no curto prazo.

E a gente preocupado com a guerra comercial, com a reunião do G7 e outros problemas geopolíticos... Enquanto isso, constatamos nesta segunda-feira que nosso telhado está cheio de goteira! Não é à toa que o único grupo que vejo apontando o Brasil como uma boa alternativa de investimento de longo prazo é o grupo de gestores locais..

Em uma série de tweets iniciados na sexta-feira e comentários ao longo da reunião do G7 neste fim de semana, a equipe econômica de Trump contribuiu definitivamente para um cenário de aversão a risco na madrugada desta segunda-feira. Os mercados reagiram mal.

Desde o início da guerra comercial entre os EUA e a China um dos maiores temores do mercado era de que a China desvalorizasse a sua moeda. Afinal, há uma premissa de que uma desvalorização da moeda chinesa poderá levar a um processo de deflação global.